terça-feira, 14 de abril de 2015
Alvimedica repassará R$ 18,6 mil para hospital infantil de Itajaí
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Chineses chegam a Itajaí e completam etapa da Volvo Ocean Race
O Dongfeng Race Team, barco que abandonou a quinta etapa da Volvo Ocean Race por quebra do mastro, chegou a Itajaí (SC) no início da madrugada desta segunda-feira (13). O veleiro passa por avaliação estrutural no estaleiro e os especialistas já trabalham para colocar a nova peça, que está na base desde o domingo (12). O processo deve durar, no mínimo, três dias e o objetivo dos chineses é participar da regata local - chamada de In-port Race, marcada para o próximo sábado.
Apenas alguns velejador ficaram no barco nesse transporte a motor do Ushuaia, na Argentina, até o Brasil. Parte do time ganhou um descanso após a quebra. Mas quem ficou teve tempo para pensar e ganhar experiência. Um deles era o chinês Liu Xue, conhecido como Black. "Ficamos dias navegando até chegar ao Brasil. Um período de reflexão sobre o que ocorreu e o que está por vir. Enfim chegamos e agora vamos focar a sexta etapa".
Fã do futebol brasileiro, o chinês Black não deixou de exaltar o novo país que acabara de desembarcar pela primeira vez. "Adoro o Brasil. Sempre vi pela TV o seu futebol e gosto muito do Kaká e do Ronaldo", falou o chinês com um copo generoso de caipirinha na mão.
Curiosidade
Apesar de ser um barco chinês, a equipe é comandada pelo francês Charles Caudrelier. Campeão na temporada passada com o Groupama 4, o velejador viveu a mesma situação de quebra de mastro na etapa até Itajaí. A história de três anos atrás terminou com o título. Agora, a realidade, segundo ele, é outra.
"O Abu Dhabi abriu uma vantagem de oito pontos e a história nessa temporada é diferente. Dificilmente vamos pega-los. Nosso trabalho é ficar pronto para a largada - sei que dará tempo pra isso - e sustentar a segunda colocação. Poucos pontos nos separam e podemos cair para o quinto lugar", falou o francês. "Estou feliz pelo trabalho da nossa equipe de terra. A quebra do mastro foi um momento duro para nosso time. Agora é manter a concentração como nas outras etapas".
No caminho até o Brasil, já com o motor ligado, o barco foi conduzido pelo capitão Graham Tourell. O velejador não compete entre as etapas e só é acionado em casos como esse.
Classificação
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Plaza Itapema Resort & SPA recebe o velejador Lars Grael
Após sua passagem pelo resort, o velejador deslocou-se para realizar uma palestra em Itajaí, que integra os assuntos discutidos dentro do tema "Construir um Mundo Melhor". A palestra de Grael foi sobre "Superação: Viver é como velejar, vale vencer".
segunda-feira, 6 de abril de 2015
O Team SCA chega a Itajai nesta terça-feira
A jornada do Team SCA na quinta etapa da Volvo Ocean Race termina, se tudo correr bem, na manhã desta terça-feira (7). A equipe 100% feminina da Volvo Ocean Race será mais uma a chegar a Itajaí depois de mais de 12 mil quilômetros desde Auckland, na Nova Zelândia. As meninas - assim como todos os outros tripulantes da Volta ao Mundo - sofreram com as piores condições de todas na regata, ou seja, pegaram onda gigantes e ventos fortes, sem contar pequenos problemas nas embarcações, normais para uma travessia por mares inóspitos e gelados.
O barco já está na costa brasileira subindo o Atlântico a caminho de Santa Catarina. Agora, as velejadoras pegam temperaturas mais agradáveis e estão secas, pois as ondas e os ventos estão mais calmos. Mas, nem tudo são flores.
"Quando você menos espera que aconteça alguma coisa...BOOM..O barco bate em algo e fica difícil de controlar", escreveu a repórter do Team SCA, Anna-Lena Elled. "Mas a tripulação conseguiu corrigir a situação rapidamente, sem qualquer dano, exceto no leme que foi prejudicado".
Fatos como este ocorreram durante a regata e as meninas perderam contato com os líderes. Desde a largada em Auckland, o Team SCA encontrou dificuldades para andar igual às outras equipes. Mas há uma justificativa. Para quase todas as velejadoras, é a primeira experiência em uma Volta ao Mundo.
A velejadora mais requisitada na chegada certamente será Carolijn Brouwer, uma holandesa com coração brasileiro. A atleta olímpico morou em Niterói (RJ) e Belo Horizonte (MG) e aprendeu a velejar com os Grael, a família que mais respira vela no país.












